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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Momento de Reflexão


 MOMRRE TO DE REFLEXÃO

Um menino diz à sua mãe  “ mãe eu pintei o teu lençol com batom”.   A mãe fica furiosa bate-lhe e deixa –o inconsciente, em seguida pede-lhe  “ abre os olhos por favor ”, mas já era tarde de mais, o seu coração parou de bater. A mãe volta para o quarto e vê o que está escrito no lençol  “ MÃE...EU TE AMO! ”

LIÇÃO:

Pense duas vezes antes de tomar uma decisão, talvez essa decisão,  pode valer uma “ VIDA ”.
























quinta-feira, 12 de abril de 2012

DIFERENÇAS CULTURAIS – BRASIL - JAPÃO
Em vista de que muitos Dekasseguis passam por dificuldades devido à diferença cultural  para poderem viver em harmonia com as duas culturas, acho fundamental que se leve em consideração alguns aspectos de conceitos e fórmulas.  Na realidade, independente do tempo em que vivemos, aqui é difícil saber até que ponto conhecemos esta cultura, que por sinal é meio complicada para nós latinos. Desde a adaptação até a aceitação incondicional, afinal devemos gratidão ao país, por ter nos recebido. Existem essas diferenças mais comuns entre situações, atitudes, costumes, comportamentos totalmente inversos, contrário, oposto ou que se difere. Citarei alguns: no Brasil chamamos a pessoa pelo nome e no Japão pelo sobrenome; Coca-Cola por Cola; Mercedes Bens por Bens; Volante na esquerda e pista de ultrapassagem pela esquerda  no Brasil e  o Volante  na direita e a pista de ultrapassagem pela direita no Japão;  Serra empurrando o serrote  e aqui puxa para serrar;  fechadura da porta vira a chave para esquerda para fechar e aqui é o contrário abre virando para esquerda. No Brasil a educação é livre, solto e aqui é controlada (austera); O lado que inicia a leitura do livro é inverso; A escrita tradicional japonesa é de cima para baixo;  Prevalece o individualismo no Brasil e no Japão prevalece o grupo;  no Brasil prevalece os imediatistas e no Japão prevalece os Cautelosos; no Brasil os Valores são diversificados e no Japão os Valores são Padronizados; no Brasil dá Preferência para Mulheres e no Japão não há estabelecimento de Preferência para Mulheres; no Brasil há Liberdade de Expressão em locais Públicos e no Japão é Reservado em Locais Públicos. Enfim, estas Diferenças são justificáveis, pois o  Brasil  é um País Multirracial (Índios + Europeus + Africanos), Árabes, Asiáticos, etc. e o Japão é um País de Raça Única, considerando-se que o Brasil tem 500 e poucos anos de história e o Japão mais de 3000 anos. Concluímos que reconhecer ou conscientizar de que as duas Culturas são totalmente Opostas, e saber diferenciar os Valores das duas Culturas e Viver em Harmonia mantendo o raciocínio equilibrado, é um Desafio Constante.

domingo, 1 de abril de 2012

ALERTA AOS GOLPES



ALERTA AOS GOLPES
Frequentemente, assistimos na televisão alguns casos de vítimas de golpes aplicados por quadrilhas especializadas em enganar pessoas, mesmo aqui no Japão. Com intuito de alertar e precaver a nossa comunidade de Dekasseguis, em relação às armadilhas existentes, como por exemplo, não cair no conto de qualquer espécie, faço esta postagem, pois como dizia a minha avó: quando a esmola é grande até o santo desconfia. A polícia japonesa e entidades particulares têm divulgado estes golpes através de panfletos e outros meios de comunicação, porém o alvo são principalmente os idosos. Essa prática de estelionato é conhecido como “Ore-Oré”. Geralmente o contato é feito pelo telefone, sendo o mais comum a grande soma em dinheiro que teria direito de receber, seja por restituição de imposto, pagamento de seguro, sorteio de alguma promoção e até herança. Entretanto, isso pode até ser verdadeiro, mas antes de tomar qualquer atitude, converse com familiares, amigos, consulte um advogado ou vá a uma delegacia de polícia pedir orientação. Isto porque após o depósito dos valores pedidos, “já era”, popularmente falando. Existem também golpes aplicado na rua, abordando jovens, oferecendo tratamento estético gratuito sem compromisso. Porém, estes golpes induzem a dar continuidade no tratamento, fazendo firmar contrato de um ano e com alto valor, além de ter que comprar uma enorme quantidade de cosméticos. Evidentemente, sem experiência e devido à ingenuidade, as pessoas acabam aceitando. Aliás, dizem que existem em toda parte, o já conhecido golpe com esquema de pirâmide. Dentro de vários produtos, tem o que oferece uma oportunidade de serviço, no qual comprando suprimentos de saúde, se tornaria membro e caso apresentasse o produto aos amigos, na venda receberia uma porcentagem de lucro. Além disso, se convencê-los a se tornarem membros, receberiam uma comissão mais alta ainda. Parece um bom negócio. As pessoas ficam eufóricas pedindo empréstimo à financiadora para comprar produtos e, claro, fazer cadastramento. Porém, acontece o pior. Não conseguem vendê-los e tendo que se responsabilizar pelo estoque e uma alta dívida, sem contar que acabam perdendo muitas amizades devido à insistência na venda. O que realmente devemos estar sempre conscientes, é que jamais empreste seu nome a terceiros, pois poderá ter sérios problemas com Cartão de Crédito, Cartão de Banco, Senhas, o Inkan (carimbo), Gaikokujin Tooroku (Carteira de Identidade de Estrangeiro), Carteira de Motorista, Passaporte etc., sem saber para qual finalidade serão utilizados. Sejamos Responsáveis pelas nossas Ações.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Reentry dos 300 mil ienes

Reentry  dos  ¥ 300 mil

A polêmica ajuda de retorno de 300 mil ienes do governo japonês e a questão de deliberação a reentrada após 3 anos  parece que   está sem  definição pelo menos até o momento.  Pode até ser  que aconteça a curto prazo mas devemos lembrar que o governo não se  comprometeu  a liberar “incondicionalmente” a reentrada após tais  3 anos pois dependia  efetivamente  da recuperação  do país.  Evidentemente o processo  deva retardar devido principalmente pela tragédia ocorrido em março de  2011, impedindo a possibilidade de muitos brasileiros que receberam ajuda possa  retornar  prejudicando-os que  realmente tenham intenção de voltar a  trabalhar no Japão.  Segundo a imprensa se o governo liberar a reentrada imediatamente terá que garantir uma verba para assegurar que esses reentrantes se reencaixem no mercado de trabalho.  O governo terá de provar para a opinião pública que os reentrantes não cairá no mesmo  vício de “não conseguir se reempregar,  não ter dinheiro para viver no Japão nem para voltar ao Brasil, e recorre ao seguro- desemprego, ou,  na  pior das hipóteses,  obrigar o governo a criar nova ajuda de retorno”.  Talvez como  forma de prevenir acabam  retardando a reentrada.   Entretanto não concordo com algumas declarações referindo  aos que retornaram recebendo ajuda,  não conseguiram se reempregar no Brasil porque são ruins como mão-de-obra,  não tem empregabilidade e  provavelmente poderá continuar desempregados aqui  muito mais em função salarial porque,   para muitos brasileiros que retornaram praticamente não existiam vagas de trabalho com ganho suficiente para manter  o mesmo padrão de vida do Japão. O motivo principal é que a maioria dos dekasseguis trabalharam em fábricas, exerceram serviços simples e não tiveram oportunidades para adquirir experiências profissionais altamente qualificados.  Como resultado muitos desistem em procurar um emprêgo no Brasil, encontrando-se na  situação de semi-desempregado, ajudando os pequenos negócios da família, parentes e conhecidos.  A grande parte dos dekasseguis que eram de classer média baixa, sentiram dificuldades financeiras.  Outro motivo é que uma  grande parte dos que retornaram com algumas economias proveniente de poupanças   acabam praticamente  perdendo tudo por falta de experiência  administrativa e por ter ficado muito tempo afastado da realidade do Brasil   obviamente não  acompanhou  toda a mudança economica  do país ficando difícil a adaptação.  Evidentemente  por motivos diversos resultam em tentar novamente a vida no Japão,  muitos dos quais sentem-se arrependidos por ter retornado com a ajuda dos  300mil.  

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Japão - O Momento

Japão – O Momento
Muitas pessoas do Brasil me perguntam se ainda é viável vir trabalhar no Japão. É difícil responder  pois depende de ponto de vista de cada um. Na realidade já fazem mais de 20 anos este movimento chamado Dekassegui. No início os trabalhadores que  emigraram sofreram muito devido o desconhecimento da lingua, diferança nos costumes, da cultura, da ética, regras e principalmente da alimentação.  Não havia lojas, comércios, escolas destinados a brasileiros como existem na época atual.  Mas comenta-se que o salário era bem gratificante (envelope recheado). Apesar de o custo de vida ser alto em relação ao Brasil, fazendo um pouco de economia dava resultados impressionantes pois  em pouco espaço de tempo  possibilitava-se  em adquirir  imóveis, veículos ou mesmo altos investimentos  no Brasil.   Evidentemente todos sabem das dificuldades econômica do Japão, desde a do Lehman Brothers,  do Mega desastre natural (terremoto e tsunami)  no nordeste japonês,  a enchente na Tailândia, o impácto do acidente nuclear  e a crise da UE (União Européia) que enfrenta a questão estrutural da economia de zona do Euro.   Não obstante o mercado de trabalho japonês não podendo ficar ileso das oscilações cambiais do Euro, forçosamente investe nas exportações efetivamente em setores automotivos e eletroeletrônicos como estratégia de expansão no Mercado Global.  Obviamente as empresas japonêsas irão inevitavelmente necessitar em contratações de estrangeiros, consequentemente favorecendo a mão de obra brasileira (Dekasseguis). Porém como tambem existem grande concentração de outros estrangeiros asiáticos como chineses, filipinos, indonésios, coreanos, etc., a concorrência visivelmente é grande tendo que competir pelas vagas de trabalho com vantágens para quem possuir o conhecimento suficiente do nihongô.  Fundamentalmente para quem fala o idioma japonês terão mais opções de trabalho haja visto que vontade e dedicação é o que não faltam aos brasileiros. Outro detalhe e´o envelhecimento da população do Japão e baixo índice de natalidade significando maior necessidade de mão de obra estrangeira.  Aliás, se ainda é compensável ou quando  haverá a possibilidade em voltar  àquelas épocas de Vacas Gordas é uma incógnita pois tudo depende da recuperação da economia japonêsa. Certamente a superarção virá mais cedo que imaginamos.

Tokyo Sky Tree

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A Perspectiva do Japão

A PERSPECTIVA DO JAPÃO

Notadamente o Brasil é um país abençoado por Deus, driblou várias crises posicionando-se em destaque na economia mundial,  mantendo efetivamente a economia aquecida.  No entanto o Japão está se reerguendo após o catástrofe de 11 de março de 2011 e também afetado pela atual crise da União Européia.  É evidente a preocupação de milhares de brasileiros (Dekasseguis) que estão batalhando, dedicando com toda relevância,  obviamente torcendo para que a  recuperação do país seja consolidada. Na realidade os emprêgos para a comunidade estão a todo vapor. Haja visto a quantidade de anúncios nas revistas e jornais  principalmente pelas empreiteiras. Vejo isto como termômetro da situação.  Os brasileiros estão sentindo que no momento atual a língua (nihongo) é fundamental para uma bôa colocação de trabalho. Evidentemente adquirir uma qualificação profissional contribui para um melhor emprêgo e melhor salário. Portanto a  especialização técnica está se tornando o “boon” para a comunidade Dekassegui, inclusive, atualmente existem várias opções em áreas diversificadas, com cursos e especializações em português aqui no Japão significando a oportunidade para os nikkeis que querem permanecer no Japão ou mesmo para aqueles que pretendem retornar ao Brasil, com melhor bagagem.  Realmente acho viável que,  com a recuperação  da economia japonesa certamente o fluxo migratória irá aumentar muito.